Realmente, em termos de pedofilia, a pincipal preocupação deve ser os direitos do pedófilo, por exemplo, daquele que enfiou o seu pénis na vagina de uma criança de sete anos.
Realmente, se a lei for para a frente, Portugal ficará refém de milícias populares e denunciantes descabelados. O dr.Portas avisou o mesmo quando se descriminalizou o consumo de drogas: Portugal foi invadido por hordas de drogados em busca de sol, praia e haxixe.
Realmente, que direito temos nós de saber se o nosso vizinho que brinca com a nossa filha cumpriu pena pelo curioso hábito de ter relações sexuais com a sua anterior vizinha pequenita?
Realmente, num país com uma justiça preventiva tão eficaz nesta matéria, como na do assassínio de mulheres, por que não continuar tudo como está?
Realmente, toda a gente sabe que depois de cumprir pena o hábito desaparece: o ambiente prisional é terapêutico.
Realmente, uma criança violada tem é de seguir com a sua vida, ir à escola, ver o Rei Leão e aprender matemática. Tudo passa. Como as borbulhas. Não é um estigma perpétuo.
Realmente, não se compreende por que a senhora bastonária dos advogados e os magistrados temem o uso abusivo da informação reservada: basta tratá-la com o mesmo desevelo com que tratam o segredo de justiça.
Realmente, uma criança violada tem é de seguir com a sua vida, ir à escola, ver o Rei Leão e aprender matemática. Tudo passa. Como as borbulhas. Não é um estigma perpétuo.
Realmente, não se compreende por que a senhora bastonária dos advogados e os magistrados temem o uso abusivo da informação reservada: basta tratá-la com o mesmo desevelo com que tratam o segredo de justiça.

