sábado, 7 de fevereiro de 2015

SLBxSporting Calimeros ( 3)


Coitaditos: deixá-los  fazer dinheiro, temos de ser magnânimos. Por falar nisso, como El Presidente já mandou dizer que o derby ainda vai ser mais importante porque  faz anos amanhã ( Deus lhe  dê muita saúde para que não tenhamos  sucessores  a falar em aparições de pajaritos), espero que o Jonas lhe leve três cadeaux.
Estive a ler a análise pós-jogo no melhor bar lagarto: "Resultado injusto, vergonhoso, tivemos 564 ocasiões de golo e só a Trilateral , o grupo Bildeberg , a Gazprom e o Benfica nos impediram de ganhar o jogo.

Qual Grécia qual carapuça: Venezuela

Comecei a interessar-me pelo caso venezuelano, o chavismo,  porque já seguia alguns aspectos do país por causa da geopolítica da cocaína. Julgo ser muito mais  interessante do que a experiência grega.
Esta comparação exaustiva mas sintética ( sim, pode  acontecer) tem como fonte a CIA, por isso alguns dos dados favoráveis ao chavismo serão lidos sem suspeita. A Venezuela  teve tempo, Chavez teve apoio popular e as receitas do petróleo nacionalizado.  Fez um trabalho espectacular na redução da pobreza, na habitação, na escolarização, na mortalidade infantil. Dir-me-ão que Cuba também, mas há uma enorme diferença: a Venezuela  nem de perto, mesmo durante este úlimos anos, se aproximou do clássico terror comunista ( cubano, chinês  ou soviético).
A Grécia não tem petróleo? Por isso mesmo a Venezuela é mais interessante. O chavismo usou uma receita excepcional  para cumprir  um princípio elementar do socialismo popular ( Hitler fez o mesmo nos primeiros anos): ajudar os mais  desfavorecidos. E não compro a tese de que o fez apenas para ter apoio popular. Lendo os documentos  da época, aceita-se que a intenção era real. Agora a Venezuela está na miséria e não é só por causa da queda do preço do petróleo. E mesmo que fosse, muitas perguntas se fariam ( a comparação responde em parte).
O que  a Venezuela interroga é isto: pode um estado socialista popular viver bem  ( para sobreviver basta passar a ditadura) sem uma revolução socialista mundial? Lenine explica.

Fascistas a destruir o SNS

Já o entrevistaram?

Affair Kirchner

Têm de ir ao Observador. Agora desaparaceu o ex-chefe das secretas que ia testemunhar.

Cada vez melhor

 A propósito de uma mãe que não quis um filho deficiente, Angela Merkel:

Jugam que isto é só com  bimbos das caixas de comentários ( que irritam os pedantes que antes queriam ouvir o povo e agora têm os ouvidos cheios) ? Enganam-se.  As representações sociais fazem-se  assim: construção selectiva  e naturalização.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Varoufakis, 2013:

Should we be afraid of Syriza’s ‘ultra-leftism’? My answer is a resounding No. I recommend that (even those who have Greek amongst their languages) you do not read their manifesto. It is not worth the paper it is written on. While replete with good intentions, it is hort on detail, full of promises that cannot, and will not be fulfilled (the greatest one is that austerity will be cancelled), a hotchpotch of  policies that are neither here nor there. Just ignore it. 

Agora vou ver o que mudou de 2013 para 2015.

Claro, claro...

O preço do petróleo não tem parado de subir nos últimos meses.

SLBXSporting Calimeros( 2)


Como  já vos disse, pago a mesada da minha mais nova em derrotas do Sporting e do FCP, mas em Dezembro passado acrescentei  um extra:  dez euros se a  inteligentíssima dupla Bruno de Carvalho/Zé Eduardo conseguisse despedir Marco Silva.  Que querem...entusiasmei-me com a quantidade de basbaques  lagartos, seguidores  de El Presidente,  que já afiavam as facas contra  o moço.
Enfim, as coisas  são o  que são, como dizia o Vitor Cunha Rego, e assim teremos  o Artur, o nosso  Artur, o querido Artur, ao que dizem  os jornais, "pressionado".  Já o Tobias, aquele que tem manias, vai estar muito à vontade porque terá pela frente os jovens e inexperientes Jonas e Lima. Não há direito.

adenda: começou o circo que vai acabar como sempre; em semana de derby, tréguas, depois falamos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O regresso da história

Um bom teste para avaliar a qualidade de uma ideia é confrontá-la com a passagem do tempo, esse grande escultor. Das duas grandes ideias que agitaram os anos 90, o "choque das civilizações" de Huntington e o "fim da história" de Fukuyama, a segunda tem vindo a ser regularmente contrariada pelos factos desde o 11 de Setembro. Depois da queda do Muro e da morte anunciada do socialismo, Fukuyama previa a vitória definitiva da democracia liberal e da economia de mercado por falta de comparência do adversário. Mas o que vemos hoje, por todo o lado, é diferente. A Rússia trocou uma ditadura hard por uma soft (com eleições, mas sem alternativa ao czarismo de Putin) e continua a ser uma pesada sombra sobre todos os países à sua volta. A China não dá quaisquer sinais de abertura política e mostrou que se pode ter crescimento económico sem liberalização. A Coreia do Norte mantém-se irredutível no papel absurdo de relíquia comunista e ameaça nuclear. O socialismo e a pobreza progrediram na América do Sul (Venezuela e não só). A Primavera Árabe mergulhou o Médio Oriente no caos. Até na Europa o terrorismo e os extremismos de direita e de esquerda ameaçam as democracias. Como sempre, é um erro confundir os nossos desejos com a realidade. Um erro que tem consequências práticas. Talvez o vilipendiado Huntington tenha razão, afinal: a civilização ocidental continua em luta. E nada nos diz que o seu triunfo esteja escrito nas estrelas.

Good morning, Mr Obama

Já aqui tinha referido o sucesso de Obama. Uma testemunha.
Ainda há bimbos que  acusam Obama porque não vai às manifs Je suis Charlie. Taditos, não sabem da missa a metade ( um dia destes trago mais detalhes para os que não sabem).
Os left biaised  media? A dor das crianças  inocentes, as imagens, o horror ? Ó FNV, não sejas aborrecido   e espera por um presidente republicano, pá...

2 a 1

Ao desespero: no Depressão Colectiva.