Um ( 1) remate à baliza fizeram os lopategos e ainda temos de aturar aquele bertoldo basco ( e canalha, que foi cumprimentar o JJ em latim) a gabar-se de ter jogado para ganhar.
Nós? Bem, nós, jogámos muito bem, como sempre fazemos quando defrontamos equipas superiores ao Cabeça Gorda: chuto para à frente e a culpa é do Jonas que não se soube posicionar...
domingo, 26 de abril de 2015
Liquefacção total , de novo,:
Emigrou em Março por culpa de um Passos Coelho que tomou posse em Junho e para trabalhar 17 horas por dia num café, o que no Portugal de merda seria tema de reportagem no Publico: escravatura.
Munique é sempre que um homem quiser ( 4)
Tudo o que gosto transformo em brincadeira. O prazer de escrever estas provocações não tem nada a ver com resultado de logo. Tanto podemos dar 3 como levar 4. O jogo com grandes rivais é a caça, a presa interessa pouco ( o Pascal sabia muito disto). Por isso tenho pena dos que vivem o futebol com raiva e rancor, mas, enfim, na caça também há espinheiros. Verei o jogo com meu filho, riremos, gritaremos e, espero, abraçar-nos-emos. O mar é só ondas.
Se tudo corrrer bem, jantarei uma bola de carne transmontana, antiga receita familiar, rematada com um genuíno queijo de Serpa ( um mal-amado), tudo bem envolvido por um duriense despreocupado. Na caça não convém levar grades para casa.
Um saco de vento
Expele generalidades com a gravitas de um comentador de futebol: é preciso um desigínio, é necessária uma estratégia, falta confiança, a política de hoje é feita para o triqui-triqui ( sic) etc.
É claro que vai ser mas um burocrata europeu, desses que agora é moda apedrejar, mas disso ninguém fala.
sábado, 25 de abril de 2015
25 de Abril sempre ( 4)
Um professor da minha filha ( 10ºano), esta semana, deu uma aula sobre estas eleições. Explicou tudinho sobre os vários partidos m-l , mas quando chegou ao CDS deu-lhe para o espírito: Cagando Dentro da Sanita.
25 de Abril sempre
Há 40 anos, os portugueses votaram em liberdade apesar dos sectores progressistas do MFA ( ehehehe....) terem apelado ao voto em branco. Espertos, não é?
Este homem opôs-se: se estivermos à espera que a democracia esteja madura, nunca faremos eleições. Pois claro, se a URSS tivesse durado até hoje, ainda não tinham eleições, isto da maturidade é muito complexo.
Munique é sempre que um homem quiser ( 3)
Aqui há (" à?", não conheço vem os caminhos da fonética estrangeira) atrasado: 7-3 no Dragão Caixa e 5-1 na Luz: paravéns. Mesmo sendo hóquei, não sei se hoube algum azeiteiro a dibidir os jogos pelas partes e a dizer que o FCP só perdeu numa.
Vem, não adianta um grosso falar de jogo do título, porque ainda falta tótil de campeonato, mas, se tudo corrrer vem, amanhã cantamos os paravéns ao Pinto da Costa que vai continuar mais uns anos a pôr-se a cavalo num quarto de sêmea.
Não esqueço os nosso amigos do outro lado da circular ( não vi o jogo mas de certeza que foi uma roubalheira perpetrada pelas nalgas): enfiem um carapim e ide dormir.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
25 de Abril sempre
Sei que há muito desconhecimento da anatomia e fisiologia feminina ( se há...), ouço queixas delas há 26 anos, mas nunca pensei que um homem não saiba, através do olhar, se a mama está para amamentar ou para rebolar.
Trio Odemira
Está explicado.
Dificilmente encontraríamos melhores modelos para actualização do grande Fialho: Verbos de encher, fantoches de aparato que cerram fileiras vendo a marmita ameaçada e vão para as secretarias redigir reformas municipais.
Dificilmente encontraríamos melhores modelos para actualização do grande Fialho: Verbos de encher, fantoches de aparato que cerram fileiras vendo a marmita ameaçada e vão para as secretarias redigir reformas municipais.
A nossa qu'ida cultura
É isto. Uma regateirice que considera uns culpados antes da sentença e outros inocentes antes da sentença, fala nos lavadouros públicos para defender o Manel das Pevides e para zurzir no Celestino das Cabras.
Enche a boca de cultura enquanto esfrega mais umas meias , mas não mexeu uma palha para fazer obras no Conservatório Nacional.
Enche a boca de cultura enquanto esfrega mais umas meias , mas não mexeu uma palha para fazer obras no Conservatório Nacional.
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