sábado, 4 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Demonokracia
Os deuses queiram que ganhe o NÃO.
A Grécia não vergará e viverá de acordo com as suas regras e com os seus meios, num quadro de solidariedade e respeito sem se sujeitar a mais empréstimos usurários. Nem entendo como alguém pode discordar disto.
Lembram-se de Kayerts e Carlier no Outpost of Progress, do Conrad?
Com um brilhozinho nos olhos
Ontem vi de raspão o final de um debate ( estavam lá Rangel , o Adiatado Mental e José Manuel Fernandes). Marisa Matias dizia, com um sorriso de satisfação, que um tipo qualquer no Financial Times descreveu Portugal como a bomba relógio.
É tempo de os patriotas como a Marisa terem uma alegria.
É tempo de os patriotas como a Marisa terem uma alegria.
Mais liquefacção total
Este cacique da federação do PS de Braga podia fazer o que faz ( campanha partidária) sem ser sob a capa de bastonário dos contabilistas. Ainda por cima julga-nos estúpidos, coisa típica de um cacique. Reparem:
Quando o sorteio começou, vaticinou na TSF ( claro), furibundo, que não ia funcionar. Agora diz que dar um Audi que o cidadão pode vender no dia seguinte é totalmente diferente do que dar o valor do do Audi.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
A ler
E Putin vai ter aliados. Há quinze dias, na Quadratura, Pacheco Pereira disse, sem ser contraditado pelos restantes , que a UE não andava a ser suficientemente pela paz, dando o exemplo daquela coisa da intervenção na Ucrânia.
Deixando de lado ser o mesmo comentador que defendeu com unhas e dentes a participação dos europeus na guerra do Iraque ( já nem ligo a esta raiva de dentes), isto dá para ver o tipo de quinta coluna que Putin terá ao dispor.
Da série "O som e a fúria"
Vale a pena ler a crónica de Francisco de Assis no Público de hoje ("O drama da Grécia"). Discordo de algumas proclamas, por exemplo a complacência para com António Costa, o espantalho do "populismo conservador e liberal" (três conceitos dificilmente conjugáveis) e a identificação da social-democracia como único caminho redentor da Europa. O resto, que é muito, revela de novo uma das raras cabeças frias que por cá têm pensado o caos iminente.
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