Quando os ideiais fraternais democráticos não atrapalham os negócios, pontuais na hora de receber.
Não é como se estivéssemos a falar da Guiné Equatorial, caramba ( por enquanto...).
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Dossier Pelicano
Joqauim Barreto, de Cabeceiras de Basto , é o homem de Costa nas eleiçoes da Federação de Braga, a cidade de onde João Galamba bradava vitória há um par de meses. É um homem muito industrioso: organizou De Joelhos até Lisboa para festejar a vitória de Costa na autarquia de Lisboa. Seja como for, é toda uma nova forma de fazer política, a deste representante de António Costa em Braga.
Também é parco em palavras: inquirido pelo PCP e pelo PSD, explicou uma derrapagem por causa de um problema de fumegagem. É estranho que uma empresa tão boa tenha sido tão imprevidente. Isto já pia mais fino com a coincidencia: a alteração ao registo de contratos públicos data de 2009, a mesma altura em que o nosso Joaquim Barreto adjudicou a obra através de um concurso que já estava feito antes de estar, a tal que que não previu um coiso de fumegagem.
Quanto a zombies que votam, parece que o homem de Costa não fica atrás dos mortos-matados. Talvez isto explique por que motivo a coisa está em águas de bacalhau.
Então e o Dossier Pelicano? Ora, isso fica para os amantes das teorias da conspiração. Braga, Lisboa, Parque Meyer e uma boa meia- pergunta ( o valor final já conhecemos):
"O acordo surge quando se aguardava a decisão do Supremo sobre a anulação quer da permuta do Parque Mayer por um lote da Feira Popular quer da aquisição em hasta pública de outro, conseguidas pelo município na primeira instância em 2010 e na relação em 2011. O i tentou obter um esclarecimento do município sobre o porquê desta solução quando a autarquia aguarda há menos tempo pela decisão final do Supremo do que o que esperou pelas decisões favoráveis nas instâncias comuns. Até ao fecho desta edição não houve resposta a essa pergunta nem ao valor final que o município estima para esta operação".
Também é parco em palavras: inquirido pelo PCP e pelo PSD, explicou uma derrapagem por causa de um problema de fumegagem. É estranho que uma empresa tão boa tenha sido tão imprevidente. Isto já pia mais fino com a coincidencia: a alteração ao registo de contratos públicos data de 2009, a mesma altura em que o nosso Joaquim Barreto adjudicou a obra através de um concurso que já estava feito antes de estar, a tal que que não previu um coiso de fumegagem.
Quanto a zombies que votam, parece que o homem de Costa não fica atrás dos mortos-matados. Talvez isto explique por que motivo a coisa está em águas de bacalhau.
Então e o Dossier Pelicano? Ora, isso fica para os amantes das teorias da conspiração. Braga, Lisboa, Parque Meyer e uma boa meia- pergunta ( o valor final já conhecemos):
"O acordo surge quando se aguardava a decisão do Supremo sobre a anulação quer da permuta do Parque Mayer por um lote da Feira Popular quer da aquisição em hasta pública de outro, conseguidas pelo município na primeira instância em 2010 e na relação em 2011. O i tentou obter um esclarecimento do município sobre o porquê desta solução quando a autarquia aguarda há menos tempo pela decisão final do Supremo do que o que esperou pelas decisões favoráveis nas instâncias comuns. Até ao fecho desta edição não houve resposta a essa pergunta nem ao valor final que o município estima para esta operação".
Pois é
Estive no outro dia em longa, deliciosa e nem sempre amena cavaqueira com o dr.António Arnaut. Histórias de Aquilino e Nemésio ( duas paixões em comum) , da maçonaria e do SNS, claro, até de uma viagem a Pyongyang. A página tantas lá se falou de política. O remate final coube-lhe a ele: a desigualdade é muito maior agora. Ora se é.
Nada disso
1) No anos 90 ouvia o mesmo discurso, aqui sintetizado, a qualquer ilustrado do PSR, MRPP ou PCP . A diferença é que na altura o acusador tomava o pequeno almoço com Cavaco e o resto da célebre task force que definia a comunicação política do cavaquismo.
2) Já aqui avisei. Depois de culpar Cavaco e os media, o ódio recairia sobre o ... povo. No dia em que este mesmo povo bruto, drogado e imbecil der uma vitória esmagadora a um António Costa, passa a ser excelente, educado e sóbrio.
Outra questão, levantada pelo Luís Naves, é a da incapacidade de adaptação a novos tempos. Bem, também é velhíssima, com o seu cortejo tremendista de pragas e hecatombes anunciadas (de Hesíodo a Spengler), mas reconheço-lhe um particular interesse nos dias portugueses de hoje. Lá irei um dia destes ( com arquivo...).
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
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