segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Extravagante ( 3)

Não é só com Sócrates que o fascismo regressou. Sempre que há um socialista em apuros, o fascismo espreita.
Assim  foi com Maria de Lurdes Rodrigues, Luís Monterroso, Armando Vara e Abílio Curto:


Por outro lado, in illo tempore ( 2010) , dizia Soares: 



Os popós

Que tanto incomodam os tremendistas tácticos.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Cada vez melhor

A guerra às drogas. O ópio birmanês regressa, ao fim de decádas, como já aqui tinha referido; atentem na justificação:


Há dez anos não havia pobreza e militares  corruptos?   Havia. Então por que é que sobe pelo sétimo ano consecutivo?
Em breve um breve retorno a isto e algumas respostas. Entretanto, se quiserem, consultem.

Extravagante ( 2)

Pergunta inconveniente: por que motivo, ao fim deste tempo todo, ainda não houve uma notícia-fuga sobre um acto concreto ( suspeita)  de corrupção no meio das centenas de negócios ditos suspeitos  de Santos Silva?
Não há um contabilista, um administrador não-executivo, um estafeta, um concorrente preterido e  ressabiado que queira falar?
Regressando a Barthes: o trajecto que separa o "sim" do "mas" é toda a incerteza dos signos.

Claro

Para este não há vídeo a mostrar como se enterrou  o país.
Dito de outra forma: é socialista, mas não é do PS.

Extravagante

Aproveito uma expressão que  Barthes usava a propósito da recusa da crítica colectiva : encontrar aquilo que foi ferido. Mário Soares exorta Cavaco a intervir  na medida de coacção que um juiz decretou,  as redes sociais remexem-se na proximidade.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Vida muito difícil

Lembro-me de uma vez  em que ele convenceu o dono de um bar de que o estardalhaço que fazíamos se devia às próprias características do bar. O homem acabou a pedir desculpa.

Janus e os tolos

O Ano Novo no Depressão Colectiva.

Torturado

Percebo tudo, tudo, tudo. Precisa de dinheiro, o amigo empresta. Como pagaria não me diz respeito. Também percebo que o MP e o juiz não podem ser estúpidos ao ponto de apenas desconfiar "e sem provas algumas" mandar prender à cautela.
O que  não entendo é onde cabe a necessidade de liquidez satisfeita por um amigo no pedido para este comprar 200.000 euros de exemplares do livro sobre  a tortura ( fuga de info  não desmentida).

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A esquerda pequeno-burguesa

Vive  com o manual  da perfeita pequeno-burguesia - o sushi, os SUV,  o Dubai, o escrutínio do estatuto social do futuro genro, a escolinha católica para os petizes, o regateio da conta da mercearia, o gozo com a maison do emigrante e com os de Massamá  - enquanto proclama a igualdade e adora  a boina do Che.
No fundo, quase que gosto dela porque desse mato nunca sai cachorro enraivecido. Antes pelo contrário.

Fica-vos muito bem



Alguns calimeros não gostam? Temos pena, o boneco falante do presidente é assertivo.
Andam desde o início da época  a ver conspirações e campanhas negras  em cada fora de jogo, em cada penalty, em cada frase,  em cada empresário, em cada crítica.
( tenho pena pelo Paulo Gorjão, que nunca se calou contra o silêncio de BdC, mas é  a vida...)

Indiscutível bom mau gosto

Sou suspeito porque arrasto o pobre do Kierkeggard há anos, nos livros, na "Ler" nos blogues, até contra o Prof. Picoito que em tempos  desdenhou  da filosofia conjugal do dinamarquês por falta de experiência deste. O René Char, que em Portugal  é representado pelo Mário-Henrique Leiria de mãos dadas com o Cesariny e o meu caríssimo Jorge Braga, esse é ultra-especial mas não vos vou maçar com malhas  na actual poesia portuguesa.
Agora, metidos a martelo nesta coisa  porquê? Telescola?