quinta-feira, 2 de julho de 2015

A lei de Snezhnevsky

Se  defendes o  Sócrates és um doente mental.
Mil Sócrates  a tipos destes.

9 comentários:

  1. É bom que se saiba quem são os primeiros inimigos políticos de José Sócrates. É bom que se saiba o género de pessoas e as tácticas que utilizaram para condicionar de maneira decisiva o percurso do poder neste país.

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    1. é,é...é tudo uma cabala...

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    2. Antes fosse. Pouco passa de burrice cívica.

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  2. E, se a coisa for mesmo verdade que nome se dá?

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    1. Boato.
      O boateiro fala de tudo e de nada. Tanto pode estar a dizer que o juiz é esquizo, bipolar como apenas deprimido porque lhe morreu o cão.
      O único que poderia diagnosticar é o clínico do juiz e esse não lança boatos nos blogues.

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    2. aliás este é mesma besta que propagou que a mãe da desaparecida Madie participava em orgias. Assim, só.

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    3. Pode ser boateiro e pode ter propagado esse boato da mãe da Madie, nem me recordo.

      Claro que um boateiro faz tudo para inventar coisas e se quer fazer passar por maluco uma pessoa sã, tem de inventar doenças.

      Isso é lógico.

      Mas agora coloque a questão a nível de factos. É verdade ou é mentira?

      A resposta, neste caso, é que é verdade e nem foi ele que a desencantou. Contaram-lhe porque é público no meio.

      Informe-se.

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    4. Também não é certo que uma informação de realidade tenha de ser conhecida publicamente por um médico.

      Pode ser conhecida de uma comunidade e até ser uma questão melindrosa porque profissionalmente não deveria estar a exercer cargo tão alto.

      Mas em cargos altos não tocam médicos nem pares.

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  3. Quanto a clínicos não lançarem boatos nos blogues, também depende.

    No caso do internado compulsivamente. dado como louco e que veio para os jornais, também a Ana Matos Pires, sem sequer o conhecer, confirmou que era maluco e até com base em troca de parecer com colega. Só pelo que leram.

    O que significa que a diferença entre um boato e uma calúnia, pode ser o estatuto de quem a faz.

    Neste caso, a demonstração não foi política, nem de avental, mas o comportamento irregular na junção de parecer com autos, que são coisas disparatadas que escapam à severidade padronizada da casuística.

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