quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Portugal, contagem final (1)


Em breve seremos  livres da Alemanha. O investimento público vai arrancar-nos do salazarento  fadinho do pobretes  mas alegretes.  Os velhos , os pensionistas e os doentes, em virtude do investimento público,   verão  o seu anterior  nível de vida imediatamente reposto.
Gente moralmente superior conduzir-nos -á ao lugar que nos pertence.

8 comentários:

  1. gente moralmente superior? A que defende as obras públicas? Deves estar enganado; os patos bravos nunca se tomaram, nem foram vistos, como moralmente superiores. As boas famílias só deixavam as filhas casar com eles para sobreviver. Repara que naquele desenho está um pedaço de terra ajoujado com tanto cimento. Moralmente superior é quem nos ensina a livrar-nos do lastro, a viver de forma mais simples, com os recursos que temos. Achas que agora que temos aprendido, e os senhor primeiro ministro até nos agradeceu por esse esforço, nos vão estragar? Tenho receio disso.

    caramelo

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  2. Deixe estar que estes são um mimo.

    Leitor

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    Respostas
    1. Vire-se para o futuro, homem , nada de desculpas.

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    2. Isto é gente de bem, veja-se o fino recorte intelectual o Estado pode ter perdas com o BES/Novo Banco por existe o banco público CGD http://expresso.sapo.pt/maria-luis-admite-sim-o-novo-banco-pode-ter-custos-para-os-contribuintes=f892777 não porque o Estado resgatou o banco...

      Leitor

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    3. eu já sabia, mas o meu caro Henrique Pereira dos Santos dizia que não: tenho de chamá-lo aqui.
      Ao menos os outros nacionalizaram logo um banco minúsculo , ou seja, enfiaram-nos a coisa toda de uma vez, tudo por bem, não é?

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    4. Em retrospectiva, hindsight como diriam os anglo-saxónicos, é mais fácil avaliar.

      Tendo de escolher entre BPN, BPP e BES claramente a resgatar, com fundos públicos, seria exclusivamente o BES, o único dos três que é sistémico, ou seja, importante no regular funcionamento do sector bancário/financeiro português, com uma quota de mercado apreciável no segmento das PME, logo essencial ao funcionamento da economia.

      Leitor

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    5. porventura não me expliquei bem: o BPN era minúsculo e foi logo resgatado e as críticas foram feitas na altura, não em hindsight.

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