da história dum célebre pirata escrita por ele próprio mas atribuida a Defoe na tradução da Valdemar (2001) que li na minha juventude quando havia filmes de piratas Quando o juiz perguntou à Rackham quais seriam suas últimas palavras, ele disse "Quem você pensa que é? Por acaso você é Deus para ter o direito de decidir o meu destino e de meus homens? Pegue suas palavras pomposas e as enfie no lugar de seu corpo em que o sol jamais bate. Encontro você em outra vida. Adeus."
Não sei se é. O comentário do Luis Aguiar Conraria parte do pressuposto de que a posse pública do banco o iria valorizar, através de uma reestruturação. Ora esse pressuposto está longe de ser inquestionável, como aliás demonstra o BPN e a fuga de depósitos que está (pelo menos ocorreu, mas penso que continuará, não sei a que ritmo) a ocorrer no Novo Banco, sendo certo que o principal activo de um banco é a sua reputação. Não sei o suficiente para ter opinião segura sobre o assunto, mas tenho muitas dúvidas de que prolongar a posse temporária seja sinónimo de valorizar, e a venda rápida pode, nesse contexto, ser de facto o interesse público.
ao ler a 'tristeza das dívidas' verifico:
ResponderEliminara lavagem dos culpados para não terminarem no 'chão salgado'
como os Távoras
da história dum célebre pirata escrita por ele próprio mas atribuida a Defoe na tradução da Valdemar (2001) que li na minha juventude quando havia filmes de piratas
ResponderEliminarQuando o juiz perguntou à Rackham quais seriam suas últimas palavras, ele disse "Quem você pensa que é? Por acaso você é Deus para ter o direito de decidir o meu destino e de meus homens? Pegue suas palavras pomposas e as enfie no lugar de seu corpo em que o sol jamais bate. Encontro você em outra vida. Adeus."
Não sei se é. O comentário do Luis Aguiar Conraria parte do pressuposto de que a posse pública do banco o iria valorizar, através de uma reestruturação. Ora esse pressuposto está longe de ser inquestionável, como aliás demonstra o BPN e a fuga de depósitos que está (pelo menos ocorreu, mas penso que continuará, não sei a que ritmo) a ocorrer no Novo Banco, sendo certo que o principal activo de um banco é a sua reputação. Não sei o suficiente para ter opinião segura sobre o assunto, mas tenho muitas dúvidas de que prolongar a posse temporária seja sinónimo de valorizar, e a venda rápida pode, nesse contexto, ser de facto o interesse público.
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